Pessoas bonitas têm mais chances de serem chamadas para entrevista de emprego

2013-09-10T16:07:07+00:0010 setembro, 2013|

Currículos com fotos de mulheres e homens atraentes tiveram uma taxa de resposta de 50%, em média, aponta estudo feito na Itália

BOA_EXECUTIVA[pullquote]Currículos com fotos de pessoas com boa aparência tiveram um maior índice de respostas, segundo estudo italiano[/pullquote]

[dropcap]A[/dropcap] vida realmente parece mais fácil para as pessoas mais atraentes quando o assunto é trabalho: elas costumam ganhar mais dinheiro, são promovidas mais rápido ou, simplesmente, são mais bem sucedidas. Pelo menos é o que dizem pesquisas feitas mundo afora. E, de acordo com um novo estudo feito na Itália, quem tem boa aparência se sai melhor também na busca de um emprego.

De acordo com reportagem publicada no site Business Insider, pesquisadores italianos enviaram mais de 10 mil currículos a diferentes empresas, usando o mesmo texto, mas mudando alguns dados, como o primeiro ou último nome, endereço e foto, para testar preconceitos étnicos e regionais, bem como o impacto da beleza na escolha de um candidato.

A taxa média de retorno foi de 30% em todos os currículos enviados. Já com aqueles que tinham fotos de mulheres bonitas, o retorno foi de 54%, enquanto que os de homem bem apessoados foi de 47%. O estudo aponta ainda que o pior resultado foi referente aos documentos que traziam fotos de mulheres menos atraentes, cuja taxa de retorno foi de 7%. Já os de homens nem tão bonitos assim registraram uma taxa de retorno de 26%.

Quanto à regionalidade, as taxas de retorno dos currículos de não-italianos foram menores, sendo de 13% para homens e 12% para mulheres, mas os resultados dos testes de diferenças regionais não foram tão substanciais quanto os relativos à aparência.

O estudo dos pesquisadores italianos reflete os resultados de outra pesquisa, que utilizou um projeto semelhante, intitulado “The Labor Market Return to an Attractive Face: Evidence from a Field Experiment”, realizada na Argentina, onde as pessoas com melhor aparência tiveram uma taxa de retorno 36% maior do que as não atraentes, sem variação quanto à qualificação. Neste estudo, foram utilizadas as mesmas fotos em diferentes currículos, com os rostos modificados digitalmente para torná-los cientificamente menos atraentes.

No passado, a atratividade não era tão relevante, uma vez que você já tinha passado pela entrevista inicial, especialmente em países em que não é comum anexar uma foto ao currículo. Agora, é cada vez mais comum aplicar currículos através de plataformas on-line, como o LinkedIn, onde uma foto está incluído no perfil, por isso a a beleza entra em jogo no início do processo.

Embora os estudos argentino e italiano apontem uma vantagem para a boa aparência em ambos os sexos, uma pesquisa israelense mostra que homens mais bem apessoados ganham pontos positivos, enquanto mulheres mais bonitas foram discriminadas. Isso, afirmaram os pesquisadores, porque, no ambiente de trabalho, a boa aparência de algumas funcionárias poderia causar inveja nas outras mulheres.

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