Comissão inocenta Secretário Municipal acusado de assédio sexual na Prefeitura de Vilhena

2013-06-07T09:02:35+00:0007 junho, 2013|Categories: Em foco|

assedio-sexual

A comissão confirmou a forma de tratamento brincalhão e extrovertido dele em relação a todos os subordinados, sem distinção e sem caracterizar assédio sexual e/ou moral; veja a nota emitida pela comissão:

Nota à imprensa: relatório conclusivo acerca da denúncia de assédio

[dropcap]A[/dropcap] comissão de Sindicância instituída pelo Decreto Municipal nº 28.052 composta pela presidente, Antônia Elza de Oliveira Magalhães e demais membros, sendo Adelires Calonego Albuquerque, Adilson Bernardino Rodrigues, Susiane Bonfim Martins Costa e Tiago Cavalcanti Lima de Holanda, realizou o relatório conclusivo dos trabalhos para a apuração do fato noticiado pela mídia local referente ao suposto assédio sofrido pela servidora na época dos fatos em uma das unidades administrativas da administração direta.

       Com base na ocorrência policial nº 348/2013, que identifica claramente os envolvidos, a Comissão delimitou a investigação no âmbito da unidade administrativa de responsabilidade do acusado, considerando-o como o sindicado. Assim, a comissão ouviu os servidores lotados na referida pasta, por terem conhecimento dos fatos face à proximidade no dia a dia de trabalho com os supostos envolvidos.

       As alegações da suposta vítima não foram confirmadas pelas testemunhas solicitadas pela comissão, muito menos pelas arroladas

pelo sindicado, o que deu azo à fundamentação do relatório que não indicou qualquer prática de assédio sexual nem moral em relação à suposta vítima. A suposta vítima também não apresentou rol de testemunhas ou outras provas que pudessem comprovar sua versão.

       Após análise dos interrogatórios, a Comissão identificou o comportamento do sindicado, que confirmaram a forma de tratamento brincalhão e extrovertido do mesmo em relação a todos os subordinados, sem distinção e sem caracterizar assédio sexual e/ou moral. Assim, pela ausência de provas, a Comissão decidiu pela não penalização do secretário e pediu a manutenção do sigilo para preservar a imagem dos envolvidos.

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2 comentarios

  1. Francisco Emanoel Silveira 7 junho, 2013 at 3:06 pm

    Um juízo de valor é um juízo sobre a correção ou incorreção de algo, ou da utilidade de algo, baseado num ponto de vista pessoal. Como generalização, um juízo de valor pode referir-se a um julgamento baseado num conjunto particular de valores ou num sistema de valores determinado. Um significado conexo de juízo de valor é o de um recurso de avaliação baseado nas informações limitadas disponíveis, uma avaliação efetuada porque uma decisão deve ser tomada independentemente de estar em função da utilidade, da estética, da moral, ou de qualquer outro critério valorativo. Muito bem, no imaginário é um monstro assedia uma colega de trabalho, porém, aos que fizeram juízo de valor cai do cavalo, se antecipou dos fatos, fez um análise de cunho pessoal, baseado em valores que jamais aconteceu. Segundo Augusto Cury, uma pessoa inteligente aprende com os seus erros, uma pessoa sábia aprende com os erros dos outros. Fica ai a lição e parabéns a comissão que fez mais um brilhante trabalho em ouvir a todos.

  2. Leitora 7 junho, 2013 at 7:54 pm

    Quem vai depor contra o próprio chefe? Pode ser até que não tenha acontecido o assédio, mas basear isso em depoimento de subordinados, é o mesmo que colocar um deficiente visual como testemunha ocular de um crime!

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