Vilhena vive uma crise econômica braba!

Essa é a afirmação de parte significativa da direção da ACIV. Matéria veiculada neste instrumento de comunicação divulgou de forma muito competente o atual quadro de crise. Parabéns ao professor Marcos Fiori pelo trabalho que foi muito comentado em toda a cidade. Já a administração municipal, que seria a responsável por alavancar a economia deveria saber que asfalto, macro drenagem e alguns investimentos na saúde e educação não geram dinamismo na economia regional. Esses investimentos são setorizados e estanques, acabam quando da sua realização. Outra característica, é que, mudam muito pouco, a realidade econômica e geralmente beneficiam empresas de fora, a verba não circula aqui. Os investimentos nestes setores são positivos e necessários, isso ninguém questiona. Porém, para se dinamizar a economia, seria necessário, uma agenda empresarial positiva. Pessoas preparadas e com prestígio junto à área que pretende atuar, com visão de futuro, ocupando os cargos políticos chaves. Planos estratégicos e bem elaborados de atração de médias e grandes empresas que se sintonizem com as características da nossa economia. Política de motivação dos micros empreendedores locais. Uma secretaria de indústria e comércio com pauta e agenda que envolva os setores produtivos a médio e longo prazo. Ações coordenadas entre as secretarias e associações de classe no sentido de se construir um plano municipal de renda e emprego. Uma parceria com os cursos universitários existentes na cidade que se dedicam a estudos e análises da economia local, como exemplo, os cursos de administração e contabilidade existentes em Universidades e Faculdades daqui. Esses são pontos mínimos que deveriam ser adotados e nunca foram. Provavelmente nenhuma secretaria municipal procurou a UNIR e demais faculdades, com o objetivo de se promover pesquisas e estudos no sentido de se diagnosticar problemas e tendências econômicas em Vilhena. Uma atitude saudável seria a formação do “grupo de gestão de crises”, sem criar cargos ou portarias novas. Esse grupo faria avaliações e pesquisas bimestrais no sentido de medir e orientar as políticas públicas, saindo assim, da ideia de se fazer obras em função de preferencias, gostos e interesses estritamente pessoais dos gestores e demais políticos. Assim evitaríamos gastos como o do banheiro bola e prédio suntuoso para capela mortuária, aliás, deveriam dar mais valor aos vivos. Parece que tudo nessa gestão é paliativa e amadora. O cidadão tem a impressão de que estes estão sempre apagando incêndio e não conseguem planejar e realizar. É preciso acabar com essa coisa de transformar tudo em cabide de emprego. Como exemplo, podemos citar várias secretarias onde os que respondem não possuem formação, preparo ou prestígio. Assumiram por ter feito campanha para o atual gestor ou ter sido indicado por um grande “figurão da política regional”. Entre tantos casos podemos citar a secretaria do meio ambiente? Com o Zé, ficam os que pediram votos, ou os apadrinhados. É mais ou menos assim, se o grande médico, Dráuzio Varella residisse em Vilhena, jamais seria convidado a ocupar a secretaria de saúde. Gente de bem e preparada, parece não servir aos “esquemas e interesses da turma do poder”.

Marginal passa por ressocialização

O apenado Marcos Donadon, condenado e pagando pena na cadeia em função de uma série de crimes cometidos na Assembleia Legislativa do Estado, entrou com pedido junto à justiça para voltar a estudar. Matriculado na FARO, Faculdade de Direito de Porto Velho e no SENAI para fazer um curso de montagem de computadores tenta se ressocializar. Não foi um bom exemplo como político. Agora pretende ser exemplo no presídio. Bela vocação!

Falando de Donadon

Natan Donadon, está cumprindo pena no presídio da Papuda em Brasília, não pretende estudar ou se ressocializar, pelo menos não acionou a justiça neste sentido. Natan tentou uma transferência para o presídio de Vilhena. O pedido foi frustrado, pois o mesmo não teve como comprovar residência na cidade clima. Na justificativa, propôs uma troca com um apenado que já cumpre pena aqui e que teria interesse em se transferir para Brasília, porém o detento vilhenense, também não pode comprovar residência no Planalto Central. Segundo os homens da lei esse requisito é fundamental para tal pleito. Barrigada de advogado! Das feias.

Perguntar não ofende

Quantos projetos foram escritos pelo Anízio Ruas e participaram de editais visando verbas federais, estaduais ou da iniciativa privada para a Fundação Cultural de Vilhena neste ano? Quantos editais foram escritos e aprovados trazendo recursos? Quantos projetos culturais foram apresentados pelo presidente da FCV, junto aos deputados estaduais e federais no intento de se fomentar os vários setores em nossa cidade? Quantos projetos foram escritos em conjunto com os produtores culturais, turma do artesanato, da dança, artes plásticas, cinema e artes midiáticas, circo, teatro, música, orquestra municipal, artes gospel etc. Parece que a coisa anda mal, muito mal. Não sabe fazer ou não quer fazer? O movimento cultural vilhenense anda estressado com essa lerdeza, má fé e incompetência. Pessoas que nunca militaram em prol de tão digno tema como a cultura, foram promovidas por terem feito campanha política para alguém. O lema desses é “o escroto do mandatário político é o corrimão do sucesso”. Valei-me Nossa Senhora!

Sobre o ENEM

Professores que trabalharam como fiscais no último ENEM cobram respeito e dignidade. O governo federal paga menos de cento e setenta reais para que trabalhem um dia inteiro. As condições são de muita pressão e stress. Fossem médicos o valor seria superior aos oitocentos reais. Professor é discriminado até neste momento. No próximo ENEM, boicotem e pronto!

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