Secretário Estadual de Educação verifica situação de escolas em Vilhena

2014-02-20T11:55:48+00:0020 fevereiro, 2014|

Emerson Castro, secretário estadual de educação, foi recepcionado por Ronaldo Davi Alevato, secretário executivo regional

image[dropcap]A[/dropcap] visita aconteceu na manhã desta quinta-feira (20) e teve como objetivo verificar a situação das escolas e escutar as reivindicações dos docentes. Edson Soares Nogueira, coordenador regional de ensino, acompanhou o trabalho do secretário.

imagePela manhã começou pela escola Genival Nunes, onde visitou as instalações e apontou recomendações. Na biblioteca, verificou se a quantidade de livros está certa, na merenda observou como os alimentos estão sendo estocados e em que condições. Também averiguou como está o projeto Tempo Integral da escola. O diretor da escola Joaquim Germiniano realizou uma reunião de professores para escutar o secretário.

“Nesses meses que estou na Seduc foi de imersão para conhecer a realidade do setor. O Governador gostaria de aumentar o dobro para os professores, mas precisamos de lastro financeiro. As escolas da cidade estão de parabéns. Estamos lutando para que a transposição seja concretizada. A escola transfere conhecimento, mas o professor tem que apoiar moralmente quando a família é desagregada, devemos interromper esse círculo vicioso para torná-lo virtuoso, pois talvez esses pais também vêm de uma família nessas condições”, apontou o secretário.

Seguidamente, o secretário se deslocou à escolas Wilson Camargo e as outras estaduais.

Por Hernán Lagos

2 comentarios

  1. Ivanor 20 fevereiro, 2014 at 4:25 pm

    Como é?: “o professor tem que apoiar moralmente quando a família é desagregada”? Claro, mas cadê o Serviço Social? Para não gastar com atendimento no serviço social querem jogar nas costas das professoras mais esse trabalho.
    O que o Senhor Secretário entende por “apoiar moralmente”?
    Quando é que o Senhor Secretário e as ditas famílias desagregada vão apoiar as professoras e professores? Não precisa muito, basta que alguns dos ditos “desagregados” parem de agir com falta de educação para com os profissionais do ENSINO, bagunçando aulas e, em alguns casos, agredindo verbalmente professores e colegas, e, as vezes, quando os pais são chamados para saber do ocorrido ou dizem que já não sabem o que fazer, ou, pior que isso, dizem que o filho(a) é santo(a) pois ‘em casa não faz nada disso’ e, portanto, a escola estaria mentindo.
    Além de pagar mal ainda joga para a escola afazeres que não são dela. Isso é Brasil, o País da Copa.
    Desculpe o desabafo, mas nesses 24 anos de magistério só vi piora na escola dos pobres. A falta de atenção para com o Ensino é gritante, com professores improvisados em disciplinas que não são suas, professores de educação física remanejados de escolas, deixando a descoberto umas para atender outras, convocação de professores aprovados em concurso feita a passo de tartaruga, falta de oferta de cursos de capacitação para os docentes, cursos em quantidade adequada, enfim aquilo que todo mundo da área sabe e algumas famílias, inclusive as ditas “desagregadas” ou não sabem ou fingem não saber.

  2. CIDA 21 fevereiro, 2014 at 4:13 pm

    É professor parece que hoje não esta definido mais o papel do professor, estão querendo que atuem como pais de alunos também, certo é que nossa lei deixa muito a desejar, tendo em vista que o Conselho Tutelar sempre comparece para tirar a autoridade dos pais também, e a Lei cada vez apoiando para que os adolescentes de hoje se tornem marginais, ex: só pode trabalhar acima de 18 anos, não pode mais dar nenhum tapa para corrigir. Quando causa algum ato de infração menor de 17 anos não vai preso e até matar, muitos bandidos contratam esses adolescente porque sabem que continuarão soltos por ai sem punição. Precisa sim é ter alguma ocupação para deixar de malandragem, porque se serviço matassem muitos hoje não estariam aqui, porque trabalho desde 4 anos e até hoje estou aqui. Cabeça vazia tem tempo para ocupar se do que existe de ruim no mundo.

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