XVIII SELL traz atriz e diretora de cinema para Vilhena

2013-09-16T20:57:19+00:0016 setembro, 2013|

Rejane Zilles participou de produções como “Cronicamente inviável”, “Chico Xavier” e “Nove crônicas para um coração aos berros”, mas se notabilizou pela produção do documentário “Walachai”

Sem-Título-1[dropcap]A[/dropcap]lém de nomes premiados da literatura, o XVIII SELL – Seminário de Estudos Linguísticos e Literários –, evento que acontece entre os dias 2 e 4 de outubro, na Universidade Federal de Rondônia (UNIR) – Campus Vilhena, contará também com a participação da atriz, diretora e produtora gaúcha Rejane Zilles, artista premiada no cinema e na televisão brasileira.

Gaúcha, Rejane Zilles mudou-se para o Rio de Janeiro no início dos anos 1990, onde se graduou em Artes Cênicas. Iniciou sua carreira em Porto Alegre. Já participou do elenco dos filmes “Cronicamente inviável” (Versátil, 2000), “Chico Xavier” (Sony Pictures, 2010) e “Nove crônicas para um coração aos berros” (Vitrine Filmes, 2012), além de atuar em novelas como “Salve Jorge” e “A vida da gente”. Também participou da produção dos longas-metragens “Central do Brasil”, de Walter Salles; “Domésticas”, de Fernando Meireles e Nando Olival e; “O Dia da Caça”, de Alberto Graça. Hoje atua como diretora do “Festival MIMO de Cinema”, em Olinda (PE), e na televisão. No entanto, o trabalho mais importante da carreira de Rejane é o documentário Walachai, lançado em 2010 e exibido na Alemanha e na Áustria, antes da estreia nos cinemas brasileiros.

O documentário é uma espécie de continuidade do curta O Livro de Walachai (2007) – também dirigido por Rejane –, baseado nos registros do professor e agricultor João Benno Wendling, que escreveu a mão cerca de 400 páginas sobre a história deste povoado do interior do Rio Grande do Sul, localizado a 70 quilômetros de Porto Alegre, no município de Morro Reuter, lugar em que a diretora nasceu e passou toda a infância, tendo aprendido a falar português somente aos nove anos de idade, quando passou a frequentar a escola.

Walachai retrata como é a vida em um dos vários vilarejos fundados por colonizadores alemães no Sul do Brasil, em que apenas alguns de seus quase 500 habitantes falam português – comunicando-se em dialetos extintos em seu país de origem, do qual desconhecem o passado – e onde os tentáculos do mundo moderno e o fenômeno da globalização ainda não chegaram.

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