dengueeeAcontece amanhã, 23, no campus de Porto Velho, o Trote Solidário da Fundação Universidade Federal de Rondônia (UNIR). Trata-se da primeira ação de um projeto que será desenvolvido pela Universidade com o objetivo de implementar ações de conscientização e combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor do zika vírus, da dengue e da febre chikungunya.

Na manhã desta terça-feira, 23, alunos, professores, servidores e convidados participarão de um mutirão de conscientização e identificação dos possíveis focos de criadouro do mosquito no campus da UNIR em Porto Velho.

A preparação para a atividade acontecerá a partir das 8h30, no auditório Paulo Freire. Como parte da programação, o entomologista da Fiocruz, Luiz Herman, fará um breve treinamento sobre o Aedes aegypti, as doenças transmitidas por ele e os criadouros. Em seguida, os voluntários participarão de uma ação de mapeamento e identificação dos possíveis focos de infestação do  mosquito no campus.

A ação é coordenada pelo “Comitê de articulação e monitoramento das ações de mobilização para prevenção e eliminação dos focos do mosquito Aedes aegypti em Porto Velho”, com o apoio da Pró-Reitoria de Cultura, Extensão e Assuntos Estudantis, do Departamento de Biologia/UNIR, do Diretório Central dos Estudantes e dos Centros Acadêmicos.

De acordo com o pesquisador Luiz Herman, a ação fornecerá paramentos de comparação entre o antes, durante e depois da realização do projeto. Para ele, o combate ao mosquito é uma ação de cidadania que precisa ser permanente e nada melhor do que a Universidade para fomentar a mudança de comportamento das pessoas e a realização de pesquisas sobre o tema.

O Trote Solidário funcionará também como forma de acolhimento e apresentação da Universidade para os alunos novatos. A ação acontece pela manhã, e nos períodos da tarde e da noite serão realizadas atividades educativas promovidas pelos multiplicadores voluntários que participarão do mutirão.

O projeto faz parte da campanha Zika Zero, do Ministério da Educação (MEC), que visa a eliminar o mosquito por meio da mobilização de estudantes, professores e servidores da educação.

Conforme a sanitarista da UNIR, Ailza de Medeiros Santos, a atividade começa pela capital, mas a intenção é estender o projeto a todos os campi da UNIR. “Estamos aproveitando esse período de início das aulas para mobilizar o maior número de pessoas possível, pois se trata de um problema de saúde pública que exige ações urgentes”, acrescentou a servidora.

 UNIR