Ministério Público de Rondônia lança concurso de fotografia e frase para estimular paternidade responsável

2013-04-23T16:37:04+00:0023 abril, 2013|

paiO Ministério Público de Rondônia, por meio do Centro de Apoio Operacional da Infância e da Juventude (CAOP-INF), lançou nesta segunda-feira, dia 22 de abril, o Concurso Cultural de Fotografias e Frases com o tema “Porque é legal ser pai?, cujo objetivo é sensibilizar os pais da prática da paternidade responsável. A  melhor frase e fotografia do concurso inspirarão uma campanha sobre paternidade responsável que será lançada pelo Ministério Público de Rondônia, em agosto de 2013, mês de comemoração do Dia dos Pais.

O resultado do concurso será divulgado no dia 21 de junho,durante o evento relativo ao Dia Nacional de Combate às Drogas. O edital com o regulamento do concurso está disponível no site www.mp.ro.gov.br.

A solenidade de lançamento do concurso ocorreu no auditório do edifício-sede do MPRO, com a presença do Subprocurador-Geral de Justiça, Cláudio José de Barros Silveira, que parabenizou a iniciativa, destacando a importância da presença paterna como fator de proteção da criança e do adolescente. “Se protegermos nossas crianças e adolescentes, quem sabe não teremos necessidade no futuro de construir mais presídios ou mediar grandes conflitos”, ressaltou. Também estiveram presentes ao lançamento a presidente do Conselho Estadual de Defesa da Criança e do Adolescente, Ana Carla Waleska e a Defensora Pública Luziana Teles Feitosa, além de representantes de entidades da área de educação e Assistência Social.

A diretora do CAOP-INF, promotora de Justiça Tânia Garcia Santiago, também ressaltou a importância da paternidade responsável como fator de proteção da criança e do adolescente, pois estudos mostram que a ausência ou omissão paterna estão entre as principais causas de envolvimento de crianças e adolescentes com drogas e prática de atos infracionais. Segundo o Promotor de Justiça da Infância, Marcos Valério Tessila, por ano,chega na Promotoria da Infância, na qual atua, cerca de duas mil denúncias de crianças envolvidas com algum ato infracional. Para ele, a  presença afetiva do pai com certeza poderia mudar essa realidade vivenciada hoje nas delegacias de Porto Velho. “Estamos aqui hoje em busca de uma atividade de prevenção. Queremos revigorar, restaurar, e consolidar a figura paterna, não apenas para emprestar o seu nome, mas no sentido que ele se sinta bem sendo pai”.

A psicóloga Daniela Bentes, do CAOP-INF, acentuou que o envolvimento de adolescentes e crianças com drogas e atos infracionais têm causas multifatoriais, mas, sem dúvida, a ausência paterna é um dos principais, como demonstram as experiências do atendimento dia- a- dia das Promotorias da Infância.

Fonte: Ascom MPRO

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