2056158upload_00010075O Procurador-Geral de Justiça, Héverton Alves de Aguiar, destacou a União das forças do Estado para o combate efetivo à corrupção em Rondônia, a exemplo do Ministério Público de Rondônia, Procuradoria da República, Polícia Federal e Controladoria-Geral da União (CGU), que juntas deflagraram a Operação Plateias, na semana passada. “As Instituições se uniram para o combate efetivo esse mal que vem fazendo que o povo do nosso Estado sofra com a corrupção. Essa apropriação indébita dos recursos públicos  precisa acabar”, destacou Héverton Alves de Aguiar.

A Operação Plateias é um desdobramento da Operação Termópilas, deflagrada em 2011, quando foi detectado que havia outro núcleo criminoso também atuando no desvios de recursos públicos no Estado. Houve então o desmembramento das investigações e  um outro inquérito foi instaurado para apurar as irregularidades que culminaram com a Operação Plateias, deflagrada no dia 20 de novembro.

Deflagrada há três anos, exatamente no dia 18 de novembro de 2011, a Operação Termópilas levou à prisão 14 pessoas, entre elas o então presidente da Assembleia Legislativa de Rondônia, Valter Araújo, afastado do cargo de deputado estadual e que continua preso, respondendo por várias ações já ajuizadas pelo Ministério Público do Estado.

A Termópilas desbaratou uma organização criminosa estabelecida no âmbito da Administração Pública do Estado que tinha a finalidade de desviar recursos públicos, dentre eles, verbas do Sistema Único de Saúde. A quadrilha teria movimentado contratos públicos na ordem de R$ 120 milhões. Deste total, as investigações do Ministério Público de Rondônia, com apoio da Controladoria-Geral da União (CGU), já comprovaram o desvio de R$ 60 milhões por meio de contratos fraudulentos firmados por empresas controladas pelo grupo criminoso com a Secretaria de Estado da Saúde, Detran e Secretaria de Estado da Justiça.

Fonte: Ascom MPRO