Detentos fugiram do presídio Milton Soares de Carvalho, conhecido como 470, na quinta-feira (11). Neste sábado (13) levaram carro e roupas de família que mora na Zona Rural.

Presídio Milton Soares de Carvalho em Porto Velho — Foto: Diêgo Holanda/G1
Presídio Milton Soares de Carvalho em Porto Velho — Foto: Diêgo Holanda/G1

Uma família de Porto Velho foi feita refém neste sábado (13) por cinco detentos que fugiram do presídio Milton Soares de Carvalho, conhecido como 470, na noite da última quinta-feira (11). Dezoito apenados conseguiram fugir sendo que, segundo a Polícia Militar (PM), um dos apenados morreu com um tiro após a fuga.

De acordo com o boletim de ocorrência na manhã deste sábado (13) cinco homens, vestindo apenas cuecas, saíram de uma região de mata que fica perto do presídio e invadiram uma residência localizada na Zona Rural. A família foi acordada pelos homens anunciando o assalto.

Segundo as vítimas, os criminosos estavam armados com faca e disseram que eram fugitivos do presídio, afirmaram que iriam pegar o carro que estava na casa, algumas roupas e fugiriam sem machucá-los.

Após isso os homens foram embora deixando a família amarrada.

A fuga

A Secretaria de Estado da Justiça (Sejus) informou na quinta-feira (11), que por volta das 19h15, dezoito presos fugiram da Penitenciária Estadual Milton Soares de Carvalho, sendo que cinco presos foram recapturados pouco tempo depois e 12 continuavam foragidos.

“Durante a recaptura um preso foi atingido por disparo de arma de fogo e foi imediatamente conduzido a unidade de saúde, mas veio óbito”, explicou a Sejus, em nota.

Na madrugada deste sábado (13) um outro detento foi recapturado. Conforme o boletim de ocorrência, uma equipe da Polícia Militar (PM), patrulhava as proximidades do presídio quando viram um homem deitado nas margens da Estrada da Penal.

Ao ser abordado o homem confessou que havia fugido da unidade prisional e na ocasião também tinha sido atingido por um tiro. Os agentes encaminharam o detento até o Hospital João Paulo II para receber atendimento e na sequência retornar à Justiça.

Por G1 RO — Porto Velho