Mulher dá golpe em 4 comércios de Vilhena e fica em liberdade

2013-05-28T11:12:50+00:0027 maio, 2013|

Ela deu prejuízo no motel Cê Que Sabe, no Park Shopping Vilhena, na Funerária Vilhena e no Lavajato Ki-Jatão em menos de 24 horas

estelionataria[dropcap]N[/dropcap]a noite da sexta-feira, 24, Daniele de Melo, de 25 anos, chegou junto com uma pessoa, a qual ela chamou de acompanhante, no motel Cê Que Sabe, localizado às margens da BR-364, saída para Porto Velho. Ela pediu um quarto executivo, mas estavam todos ocupados. O gerente arrumou um quarto simples, com a condição de disponibilizar um quarto executivo assim que fosse desocupado.

Já na parte da manhã do sábado às 11h, ela foi acertar a pernoite no valor de R$539,00 ela solicitou uma nota fiscal no nome de uma ONG de Comodoro/MT, da qual ela diz ser responsável. Para efetuar o pagamento ela quis utilizar 3 cartões, um do Bradesco, um do Banco do Brasil e outro BPC (Benefício de Prestação Continuada de Assistência Social) da ONG que pertence ao Ministério do Desenvolvimento Social de Combate à Fome, só que nenhum foi aceito. Daniele alegou que o problema era da máquina, mas o gerente passou o próprio cartão e mostrou que funcionava.

O acompanhante dela pegou um moto-taxi e foi até um banco para tirar o dinheiro, só que ele nunca voltou. Ela quis pagar com pena de pavão, mas o gerente não aceitou. A polícia militar foi acionada conduziu Daniele, fez o Boletim de Ocorrência e ela foi liberada, deixando o motel no prejuízo.

No mesmo sábado, às 14h, Daniele foi até o Park Shopping Vilhena, e efetuou uma compra no valor de R$145,27, e quis pagar novamente com os mesmos cartões usados no motel e novamente deu problema, pois não tinha saldo. Ela foi até o balcão para se explicar perante o responsável, mas nesse intervalo o caixa saiu por uns segundos e Daniele aproveitou, pegou o carrinho, desceu a rampa, colocou os produtos no carro e fugiu. Porém ela tinha efetuado uma recarga no celular e anotaram o número dela. Após 5 horas de tentativas, por volta das 19h, conseguiram manter contato com Daniele, ela não desconfiou que era do supermercado e acabou dizendo que estava na Av. Tancredo Neves. A polícia militar foi até o local e ela estava com um veículo, mas de todas as compras que ela fez só restavam 5 itens de produtos de higiene pessoal das marcas mais caras.

Ao ser confeccionado o Boletim de Ocorrências, ela disse que morava na Rua 734, Nº23, foi entregue na Delegacia de Polícia Civil, mas acabou sendo liberada novamente.

Ao chegar a noite, por volta das 20h do mesmo sábado, a polícia militar foi acionada novamente pelo Lavajato Ki-Jatão, onde Daniele deixou seu veículo Fiat Azul, placa NPQ-6938/Ponte e Lacerda para lavar e polir, sendo cobrado R$100,00. Mas na hora de pegar o carro, não tinha dinheiro, deixando o lavajato no prejuízo, foi feito mais um Boletim de Ocorrência e foi liberada novamente.

Mais tarde, Anderson Alberto de Souza, de 22 anos, funcionário da Funerária Vilhena também acionou a Polícia Militar. Daniele teria ido até o estabelecimento e pediu o melhor dos caixões no valor de R$12 mil  para a ONG que ela representava. Também informou que seu carro era locado e ela estava de posse de uma receita de uma médica de Pontes e Lacerda, assinada por uma médica especialista em pessoas com problemas de saúde mental. Isso chamou a atenção dos policiais, talvez Daniele tenha problemas mentais. Ela foi levada mais uma vez para a Delegacia de Polícia Civil e liberada.

Mais tarde uma pessoa relatou que conheceu Daniele no Hospital Regional, e ela o teria convidado para viajar juntos, porque ela disse que não estava passando bem e não queria viajar sozinha.

Ela continua solta, quem será a próxima vítima?

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[tab title=”Rondônia Em Pauta”]Por Hernán Lagos

Foto ilustrativa[/tab]
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3 comentarios

  1. Tiago 27 maio, 2013 at 9:46 am

    Normal, semana passada furtaram a casa da minha vizinha, o ladrão foi pego pela PM e no mesmo dia voltou a casa a qual roubou para tomar satisfações com a proprietária por tê-lo acusado, sendo que o indivíduo estava com todos os objetos do furto. É assim mesmo, as brechas da lei libertam os bandidos. Sistema falho. Depois se alguém perde a paciência e mata um meliante, sofre com os “rigores” da lei. Isso é Brasil.

  2. Mateus 27 maio, 2013 at 1:13 pm

    Quando ela “passar a perna” em alguma “autoridade”, talvez assim ela ficará presa, ou não.
    Brasil fulero.

  3. Marcos Antonio 27 maio, 2013 at 9:29 pm

    Isso tem um nome, autoridades incompetentes, cheia de má vontade, preguiçosas… certamente já na primeira tentativa de calote seria suficiente para detê-la para investigação… bando de frouxos…

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