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Na quarta-feira (06/08) policiais civis da 2ª Delegacia de Ji-Paraná, sob o comando dos delegados Alexandre Árabe (Regional) e Cristiano Mattos (Titular da 2ª DP), cumpriram três mandados de prisão contra suspeitos de terem participado de um triplo homicídio ocorrido em fevereiro de 2012.

Na ocasião foram presos Neila N.M., Nayara C.A.C. e João B.C.A.J., este conhecido como “Juninho”. Outros suspeitos de terem participado do referido delito já estavam presos, como é o caso do nacional Elias Sebastião, vulgo “Elias Maluco”, o qual confessou o crime em tela.

À época do crime as vítimas Dalva da Silva, José Everaldo da Silva e Fabiana Silva foram encontradas sem vida na Linha 94, dentro de uma Montana, onde estavam amarradas e amordaçadas. Cada corpo havia sido alvejado por três perfurações de arma de fogo na cabeça.

Na residência das vítimas, localizada no bairro Seringal, foram encontradas quatro crianças ainda dormindo e alguns cômodos do local estavam completamente revirados.

Incontinenti após conhecimento dos fatos uma equipe de policiais da 2ª DP de Ji-Paraná iniciou as investigações no intuito de esclarecer o triplo homicídio. Segundo apurou-se, Elias Maluco era um dos suspeitos do referido crime.

Nesse ínterim, Elias foi preso por outros crimes e encontrava-se no presídio Agenor Martins de Carvalho. Ao ser interrogado sobre o triplo homicídio confessou o delito e delatou outros envolvidos.

Em continuidade às investigações outros dados foram levantados e com isso a autoridade policial representou pela prisão dos suspeitos supramencionados, que foi de pronto deferida pelo Judiciário e cumpridas na quarta-feira (06).

Segundo apurou-se a suspeita Neila é acusada de ser mandante do crime em tela, além de ser suspeita de ter mandado assassinar Milton Gomes, de 48 anos. Há indícios de que Neila tenha participado de outros homicídios naquela região.

Após o cumprimento dos mandados os suspeitos foram conduzidos à delegacia e apresentados à autoridade policial. Em seguida foram conduzidos à cadeia pública onde permanecerão à disposição da Justiça.

Fonte:PC/RO