A carta bomba do ex-assessor de Confúcio

2013-10-25T08:56:40+00:0024 outubro, 2013|

Homem que conviveu intimamente com o governador de Rondônia – até ser preso – compromete ainda mais Confúcio Moura com revelações bombásticas.

medo[dropcap]H[/dropcap]erbert Linz conviveu intimamente com o governador Confúcio Moura (PMDB). Muito antes de Confúcio chegar ao Governo, Herbert já participava de seu grupo. Na campanha eleitoral de 2010, ele esteve presente em reuniões com o candidato peemedebista e o cunhado deste, o enrolado Francisco de Assis. Assistiu as negociações de bastidores para arrecadar recursos e agora revela cenas de corrupção explícita, escutas ilegais, chantagens, entre outras histórias escabrosas do Governo peemedebista.

Uma vez eleito governador, Confúcio levou Herbert Linz para trabalhar com ele no Palácio, ocupando um cargode CDS na Governadoria.

Herbert foi assessor de Confúcio Moura até ser preso no dia 4 de julho deste ano pela Polícia Civil, durante a Operação Apocalipse. Ficou vários dias preso acusado de integrar uma organização criminosa que operaria com o narcotráfico e estelionato, mas as provas contra ele são frágeis.

Agora, Linz, numa longa carta, jogou excremento no ventilador e atingiu duramente o governador Confúcio Moura que, a partir desta carta, terá muito que explicar.

Por conta das revelações de Herbert Linz, o Ministério Público deverá instaurar novos procedimentos investigatórios.

Segue a Carta Bomba escrita por quem conviveu intimamente com o poder e os poderosos:

Bem, agora pouco num telefonema demorado com a minha mãe que irá nos próximos dias submeter-se a uma cirurgia em João Pessoa – Paraíba, levou-me a fazer uma reflexão das suas palavras de preocupação e angústia ao transmitir os sentimentos e gestos de solidariedade do meu tio Manoel e Deodata Lins; dos meus irmãos Anisberto, Roberto e Walter; das minhas cunhadas Márcia, Maria da Penha, Sônia e Daniela; dos meus primos Coronéis da PMPB Carroberto e Sosthenes e respectivas esposas; do meu primo Tota Gonçalves (Serra Redonda); do meu tio Edgar e sua esposa Sandra Shirol; em especial da minha prima Mônica e do seu esposo, vereador Professor Gabriel Carvalho (PDT), meus primos Thales e Thiago; da minha prima Gabriela e Léo Lins – esses que se fizeram tão presentes enquanto vive o cárcere político, bem como de todos os membros da FAMÍLIA LINS DE ALBUQUERQUE na Paraíba, seus ramos e amigos.


Ainda dos ventos da namorada do nosso Brasil, aproveito para agradecer também o gesto de solidariedade do casal amigo Josenildo e Leidinha; Dr. Jair Brandão; do Coronel PMPB Francisco (Presidente do Clube dos Oficias da PMPB), do meu primo vereador Wilson Gonçalves (PTN); dos meus amigos Ernany Viana; Rogaciano Medeiros; Kedma Mendonça; Márcia Henriques, Adriano Góes; Kildare Gomes; Rogaciano de Medeiros, Flávio Ramalho Leite; Othon Cristhian; Everton Antero; Acácio Medeiros; Luiz Pereira; Daniele Monte; Sávio Salvador e em especial, ao vereador Marco Antonio Cartaxo Queiroga Lopes (PPS).


Pelas bandas de cá, primeiramente desejo fazer um agradecimento aos professores da Universidade Federal de Rondônia – UNIR, logo em especial ao Professor Josué Costa e a Professora Gracinha; agradecer também a Professora Valeria; ao professor Dorisvalder Nunes e a sua esposa Adriana; ao professor Adenilson, ao Professor Renato Pinto de Almeida e a sua esposa Tatiane; ao Professor Silvio Melo; ao professor Januário Amaral; ainda a Dra. Maria Eugênia Oliveira e Carlos Siqueira; aos pesquisadores Sheila Castro e Antenor Silva; ao professor Vinicius Miguel; ao professor Éderson Lauri Leandro; aos colegas de mestrado Gracimar, Viviane, Patrícia, Angelsa, Tainá, Kelyane e Raimunda.


Ainda aos amigos de cá, tenho que agradecer primeiramente o gesto de grandeza de Lucineide Teixeira e sua mãe Josefa Teixeira; Lúcia Teixeira e seu esposo Jorge – seu filho Rafael e filhinha Rafaela; ao casal amigo José Renato e sua esposa Socorro, aos seus filhos que tenho como irmãos: Ernandes, Alexandre e Renatinho – família essa que me acolheu tão bem em Rondônia. Seguirei agradecendo ao meu amigo de todas as horas Beto Anísio e sua esposa Nancy – seus filhos Rafael e Gabriel; ao deputado estadual Edvaldo Soares e sua Esposa Aline, bem como todos do seu gabinete em nome da pessoa do André Messias; do amigo que fiz no governo: Dr. Ricardo Sá (homem honesto, verdadeiro e competente – posso atestar); dos colegas da Casa Civil Verônica, Renan, Valdemir, Salomão, Edson, Celene e Dra. Andria; Alex Villas-Boas; da Casa Militar o Major Ferrinho, Major Draiton e o Major Silvio; Professora Auzenir Nunes e o professor Jackson Nunes (IFRO); Professor Nilson César Fraga (UFPR); Carlos André (IFRO); Dra. Aparecida Prestes; a professora Irany Bento; ao professor Zecca Paim; ao cantor Danilo Monteiro; Chicão da Cultura; a família de Jonas Santos – Sandra e Jéssica Santos; Leandro Oliveira; Monique e Alessandro; Dileliton Gomes; dos primos Marcelo e Rafael Cordeiro; ainda aos amigos Felipe Eloi, Paulo Sérgio, Ana Mendes, Hannah Góes, Bruno Mota, Pedro Menezes, Adriano Belo, Roger e Jássica, Aryane, Diniz e Carmem, Luciano e Fernanda, Rafael Vasconcelos, Luan Monteiro, Valnir Lelis, Luciano Ramos, Luma e Maílson, Laura e Hugo Lins; Marcelo Oliveira; professora Suely Amaral; Dora Siqueira, Irailton Siqueira; Railton Siqueira; Mauro Carvalho, Evana e José Luiz – Ana Clara; Thales Paulista; Edson Silveira; Willian Pelegrini (Brasília); Edinho Magalhães (Salvador-Bahia); aos Jornalistas Alan Alex, Leivinha Oliveira, Rubens Coutinho, Gerson Costa, Ivonete Gomes, Tadeu Itajubá, Eliânio Nascimento, Carlos Esperança, Marcelo Benesby, Adão Gomes, Arimar Souza de Sá e Alexandre Araújo; Fabiano Coutinho e Mauro Brisa; Paulinho Ferreira e Ted Wilson; ao Dr. Jamil; aos médicos Eduardo Magalhães, José Anselmo e Clério Bressan; aos vereadores Eduardo Rodrigues (PV-PVH), Marcelo Reis (PV-PVH), Vereador João Climaco (Nova Mamoré), Edmilson Lemos (PSDB-PVH), Alan Queiroz (PSDB-PVH), vereador Everaldo Fogaça (PTB-PVH); Vereador Cláudio da Padaria (PC do B-PVH), Fabrício (PHS – Rolim de Moura), Sid Orleans (PT-PVH), Vereador Mario Alberto (Nova Mamoré); Cícero (PT) e Marcus Cabeludo (PHS-Vilhena). Ainda agradecer ao Pastor Edson Belforte (Metodista), o Presbítero Ivanildo (Metodista), Pastor Elenilto (Brasil para Crsito), Mario Bento (Adventista-Angola), professora Zuleide, D. Cida e ao pastor Shirleyton (Batista) – pelas orações e acolhidas. Eduardo Machado (CEN-PHS), Miguel Renh (PHS-Bahia), Mário Fáscio (PHS-Amapá); Continuo com Sankeis e família (Colorado do Oeste), Dona Marlene, Dionísio, Raquel e Deca (Colorado do Oeste), Jean Di Cali (Cabixi) Messias Fernandes e Luiz da Padaria (Machadinho do Oeste); Marcus Sucão (Ouro Preto do Oeste); Wesley Souza (Jaru); Jerônimo Pinho (Vilhena); Rosangela Cipriano (Vilhena); professor Xavier (Guará-Mirim); Welington Franco (Guajará-Mirim); Valsirio Pedro (Guajará-Mirim); José Maria (Ji-Paraná); Marcus Vinicius (São Miguel do Guaporé); Rodrigo Penha (Costa Marques); ao professor André Luiz (Ariquemes); Marcel (Campo Novo de Rondônia); Daniel e Juliana Alves (Nova Mamoré), Altamir (Madeireiro-Nova Mamoré), Donaldo (Nova Mamoré), Isaias Fernandes (Nova Mamoré), Fabiane (Nova Mamoré), Luiz Carlos (Nova Mamoré); Rosa da Farmácia (Nova Mamoré), as irmãs Landa e Vilma da Farmácia (Nova Mamoré) – Benhur Mariano, Fábio Nunes (Nova Mamoré), Walisson Santos (Nova Mamoré) Irma Rodrigues (Nova Mamoré), Pedro Mello (Guajará-Mirim); Luana Bandeira (Guajará-Mirim); Pastor Djalma (Nova Mamoré), ao Professor Claudionor Leme; ao advogado Max; as professoras Fátima, Agripina e Patrícia; a secretária de administração Francisca; a Nora e Aline do RH da PMNM; Rosangela e Mauro Clímaco; a Thiago Clímaco; aos presidentes de partidos políticos: Sandro Moretti (PMN), Miguel Queiroz (PT do , Manoel Nery (PC do , Lindomar do Sandubas (PSDB), Expedito Júnior (PSDB), Edgar do Boi (PSDC) e o Maestro (PRB);


Todos esses agradecimentos às pessoas de primeira hora que acenaram com gestos de solidariedade durante e após o cárcere político imposto pela “Operação Apocalipse”, essa realizada por uma policia de governo a serviço de um Estado Policial, implantado em Rondônia pelo então governador canalha Confúcio Moura (PMDB), esse sim, o maior estelionatário eleitoral que já passou pela história política desse Estado. Que tentou com essa famigerada operação policial, atingir ao presidente da Assembléia Legislativa deputado estadual Hermínio Coelho (PSD), pois Confúcio Moura não é homem suficiente para desafiar um inimigo no braço, esse se aproveita da covardia e leviandades! Pois bem, ao fazer a promessa a minha mãe que nada mais escreveria sobre esse homem de mente diabólica e doentia, segue minhas últimas considerações mediante aos seguintes fatos:


1 – Que mais do que nunca concordo com as palavras do seu irmão Nobel Moura quando conceituava seu irmão Confúcio Moura, portanto, de público, lhe peço desculpas, pois cheguei a convidar Nobel para deixar o PHS mediante discussão que travei ao defender seu irmão Confúcio;


2 – Que também no ano de 2010 conheci o Alberto Siqueira (Beto Baba) – não convivi, nos primeiros dias do segundo turno daquela eleição, no comitê financeiro de campanha do atual governador Confúcio. Beto Baba estava na companhia da recém deputada eleita Ana da 8 (PT do , do vereador Jair Montes (sem partido), Alex Braga (Irmão de Fernando da Gata) e Allan França, esses estavam acertando doação de campanha do grupo com Assis Oliveira (Cunhado do Governador) e o auditor fiscal (Wagner de Souza), que resultou na entrega de duas caminhonetas a Hilux-Toyota ao responsáveis pela segurança pessoal do candidato durante a campanha, ou seja, aos delegados de policia civil Dr. Alexandre e Dr. Renato, mas um trio-elétrico de som, 20 carros com queijinhos de som – motoristas e abastecidos diariamente, pagamento de serviços gráficos, somado a um pedido de ajuda em dinheiro na ordem de 1 (hum) milhão de reais;


3 – Que o segundo encontro para fechamento das ajudas e acertos de detalhes, se deu na Casa Amarela com o então candidato Confúcio, Assis Oliveira, Wagner Bocão e Jair Montes, na ocasião, o candidato Confúcio bateu no ombro do seu cunhado Assis Oliveira afirmando ser o seu procurador, portanto, o que Assis acertasse, estava acertado. Portanto, o acerto naquele momento foi positivo para o candidato ao governo, em troca, existiu a garantia do contrato de fornecimento dos marmitex a SEJUS – Presídio e o contrato de digitalização da SEFIN;

4 – Que o governador Confúcio Moura (PMDB) estimula a criação de ilhas em seu governo através de troca de e-mail’s dos seus auxiliares quando questiona as ações de seus próprios colegas de poder, ou seja, práticas de dedurarem seus pares, criando um ambiente hostil e sem harmonia entre seus auxiliares, ou seja, adora alimentar fofocas, bem típico de governante provinciano medíocre. Nesse caso, o alertei algumas vezes sobre esse estilo de gestão e o perigo que representava para um governante ao perder tempo com esse tipo de desserviço ao contribuinte;


5 – Que o atual Chefe da Casa Militar, Major Gualberto, me confidenciou que estava arrependido de ter reunido provas contra Assis Oliveira – Cunhado do Governador e da sua esposa Claudia Moura – Irmã de Confúcio Moura, e ter entregue ao Ministério Público de Rondônia e outra vez, ter enviado como carta anônima, por esse ter tido seus interesses contrariados no contrato da empresa prestadora de serviços de Câmaras e Catracas utilizadas para vigilância nos Palácios Rio Madeira e Presidente Vargas;


6 – O mesmo Major Gualberto também vivia arrumando provas contras os seus superiores Coronéis e alimentando a imprensa, como forma de forçar ao governador Confúcio Moura a aposentá-los compulsoriamente, tal comportamento se dava pelo motivo de viver insatisfeito, ou seja, por ver o governo passar e não atingir a promoção de coronel fechado. Em troca do bombardeio da imprensa aos coronéis, concedeu algumas vagas gratificadas a policiais militares indicado por jornalistas, lotados na Casa Militar. No meu caso, fui alertado pelo Sargento Castro sobre as leviandades que estavam sendo lançadas na mídia aos coronéis pelo então inimigo invisível.

7 – O mesmo Major Gualberto junto com a equipe de inteligência da Casa Militar e atrás da sua promoção, foi um dos cabeças da articulação e realização da juntada de provas, grampos telefônicos, blitz policiais, filmagens etc. que resultou na operação Thermópilas – essa sobre o conhecimento e a pedido do próprio governador Confúcio Moura, bem dito pelo mesmo ao revelar publicamente na solenidade de posse de Juscelino Amaral no Auditório do Tribunal de Contas do Estado. Sendo assim, o Major Gualberto sempre se gabava em seus excessos devido ao sucesso da Operação Termópilas e da ira contra o governador por não conceder a sua promoção, esse vivia com uma pastinha debaixo do braço com seu currículo, pedindo a um e a outro para sensibilizar o governador a promovê-lo. Esse também sempre questionou os poderes dados pelo governador a policial militar Michele e a tenente Adina, chegando insinuar o excesso de diárias concebidas as mesmas e que essas mantinha laços de intimidades extremados com o chefe do poder executivo estadual;


8 – O mesmo Major Gualberto após a minha entrevista concedida no programa radiofônico na Cultura FM ao então entrevistador Francisco Matias em dezembro de 2011, no qual tachei o deputado estadual Hermínio Coelho (PSD) de “santo do pé de barro” e que esse não suportaria meia hora de investigação, mediante seus financiadores de campanha. Logo fui procurado pelo Major Gualberto e deu pistas que uma investigação estava em andamento, visando derrubar o atual presidente da Assembléia Legislativa, e contava com o apoio do deputado estadual Maurão de Carvalho. Relevei as palavras do Major e não acreditei, mediante os delírios anteriores que o mesmo sempre tinha em meio aos nossos diálogos quando o visitava na Casa Militar;


9 – Que nos primeiros meses do governo, Eu e o vereador Jair Montes sensibilizamos aos auxiliares direto do governador pelo pagamento do fornecimento dos marmitex a SEJUS-Presídios da capital ao empresário Júlio César. Na ocasião, o contrato estava com quatro meses de atraso como forma de forçar a quebra de contrato pelo detentor da prestação de serviço ao Estado. Na negociação, tanto a mim quanto a Jair Montes, não recebemos propinas e nem nos mostramos interessados em receber, pois sempre sensibilizei Jair a ganhar a confiança do governador, no intuito de conseguir chegar a cargos de maior destaque no governo. Nesse caso, fiquei sabendo no outro dia por Jair Montes, que a comissão paga por Julio Cezar na ordem de R$ 50 mil reais de propina, se deu em um jantar na casa do próprio com uma gorda galinha caipira ao chefe de gabinete do governo Waldemar Albuquerque;
10 – Que depois desse episódio, jantamos com o cunhado Assis Oliveira na pizzaria Dom Giovanni, ficando acertado um outro jantar na casa se Jair Montes e o empresário Júlio César a base de galinha caipira. No dia e na hora combinada, Assis se dirigiu a casa de Jair Montes. Chegando lá dirigindo um Ford KA preto, não permaneceu no ambiente por está presente um jornalista bastante conhecido do meio político. Assis ai sair, ligou para Jair, pediu para dispensar o jornalista e esse ao retirar-se do ambiente, Assis voltou sobre a garantia de Jair que o jornalista não permanecia mas no ambiente de sua casa. Assis chegando, colocou o empresário Julio Cezar em seu carro, deixando a casa de Jair Montes. Dias depois, não me lembro ao certo a data, Julio Cezar revela a Jair Montes que esteve na marina no Candeias do Jamari, sendo obrigado a tirar a roupa e subir na lancha só de cueca, portando um pacote que continha a soma de R$ 800 mil reais e, que foi entregue ao cunhado Assis e o então secretário-adjunto de finanças Wagner Souza (o Bocão);


11 – Que por várias vezes tive que jogar panos frios também em briguinhas do Chefe da Casa Militar e do Chefe de Gabinete mencionados acima, ambos sempre brigam por concessões de diárias, das horas vôos das aeronaves que servem ao governador, e até mesmo, por pequenos contratos, que geram disputas entre ambos, a exemplo do contrato de fornecimento de água, bem como, das catracas instaladas no Palácio Presidente Vargas e que não são usadas por nenhum servidor, mas estão lá e pagas pelo contribuinte;

12 – Também alertei ao chefe do poder executivo estadual sobre o que está acontecendo entre uma suposta “consultoria” vinda do Acre e os recursos do passivo ambiental da SEDAM, ou seja, malversação do dinheiro público. Nenhuma providência foi tomada ainda em relação ao assunto. Postura semelhante adotei ao informar ao governador Confúcio sobre a utilização dos recursos da Escola de Enfermagem e dos pedidos de propinas, do Portal do Distrito Industrial-SEDES, das contrações de empresas para elaborarem projetos; da construção utilizando maquinário do governo de um silo de armazenagem numa propriedade particular próximo a lanchonete Fazendinha a caminho de Ariquemes; dos pedidos de propina ao empresário detentor da obra da clinica Oswaldo Cruz, dos excessos de notas por serviços não prestados na limpeza, manutenção e conservação das unidades de saúde da capital, da venda de calcário a particulares da mina pertencente ao Estado etc.

13 – Também se falava muito nos corredores a boca miúda do Palácio Presidente Vargas, em tom de deboche por parte de alguns assessores nucleares e outros aloprados, que a Policia Federal não tinha dado o verdadeiro bote no apartamento do governador Confúcio Moura (PMDB), ao prender o seu motorista Rômulo – que supostamente tinha traído a confiança do seu chefe. Pois debaixo da sua cama, se encontrava uma mala com a soma de R$ 2 milhões de reais, dinheiro esse utilizado depois para compra a sua atual casa num condomínio fechado de luxo na capital;

Pronto minha mãe, esse era o feito que tinha a fazer! Agora me resta confiar na minha advogada e em Deus para me dar livramentos. Pois os maiores beneficiados na campanha de 2010 e 2012 das ajudas concedidas por Fernando Braga Serrão (Fernando da Gata), foi o atual governador Confúcio Moura (PMDB), e ex-candidato a prefeito Lindomar Garçon (a época PV) e seu vice Reinaldo Rosa (a época PHS), mas outros apadrinhados do governo de Confúcio Moura (PMDB), a exemplo das lideranças do Partido Social Liberal – PSL e do Partido Republicano Progressista (PRP) que pertenceram a coligação Por Amor a Porto Velho liderada por Garçon. Esses e outros nem mesmo foram indiciados pela Policia Civil e denunciados pelo Ministério Público Estadual.


Sou inocente, nunca vendi partido, pois toda venda precisa ter resultado. Eu não tive e nem fiz! Oportunidades EU tive, até mesmo com Confúcio quando mandou Alan França me oferecer dinheiro, carro e vantagens no governo caso viesse a ganhar, esses tipos de propostas se deu em dois encontros: um mantido num escritório de campanha montado em cima de uma garagem de carro ao lado do Lanche 15 da avenida Sete de Setembro, o outro em ocasião com Alan França em frente ao Cine Veneza, Eu estava acompanhado do atual vereador de Cacoal Paty Paulista e o agente de policia civil Francisco Fabrício, me recusei a fritar Melki Donadon.


As escutas telefônica é uma farsa montada pela policia de governo do senhor governador canalha Confúcio Moura (PMDB). Fizeram cortes da minha fala! Na verdade, passei a conviver com Beto Baba em abril desse ano, após sua nomeação na Assembléia Legislativa de Rondônia, no gabinete do então deputado estadual Adriano Boadeiro (PRP) empossado em fevereiro do corrente ano, na vaga deixada pelo então deputado federal Lourival Amorim, hoje prefeito de Ariquemes. Provarei tudo na justiça! Pois o mesmo me trocou um cheque que foi apreendido junto a ele e informei a policia no meu depoimento. Quanto ao gol de cor preta, tudo será esclarecido também nas barras dos tribunais. Pois tenho muita fé no Senhor Jesus Cristo que não serei julgado por um ímpio, mas por um homem justo e temente a Deus.


Também devo lembrar que somos livres para fazer escolhas, minha amizade com Jair Montes criou fissuras quando Eu assumia a postura em defesa do cunhado do governador Assis Oliveira, pois por ele, tinha uma enorme gratidão bem como ao governador Confúcio Moura, esse um dia na Botique gelada, prometeu a mim e a Jair Montes, espaços maiores no governo pelo trabalho que juntos estávamos desempenhando em favor do governo da Cooperação. Mas as coisas vieram a piorar durante a campanha de 2012, ou seja, a minha relação com Jair Montes azedou por sua imposição de retirar Reinaldo Rosa da presidência do Comitê Financeiro da Campanha e Eu tê-lo que substituí-lo. Depois veio o episódio da eleição da Mesa Diretora da Câmara de Vereadores, achei prematura a idéia e por fim, a CPI das Usinas e uma indicação do PHS em seu gabinete. Fatores esses que me levou ao rompimento público em 05 de fevereiro desse ano.


Quanto a Fernando da Gata, vim a conhecê-lo durante a campanha de 2012, só tomei conhecimento do seu passado numa matéria plantada na imprensa, Logo esse, quando o procurei, mostrou-me uma gama de processos que cumpriu pena e suas respectivas certidões negativas. Sempre demonstrou ser uma pessoa de boa conduta, evangélico e que vivia de negócios com aluguel, compra e venda carro, bem como no ramo da construção civil. De algumas poucas vezes que conto nos dedos que estive em sua casa, lá sempre encontrei pastores orando, pedi para ver os ambientes de sua casa para tentar perceber algo suspeito – pelo menos mediante a nota na imprensa. Usava do argumento que achava a casa muito bonita, mas nunca vi nada de estranho, nem mesmo sinais de uso de cartões de crédito e máquinas de cartões como sugere o inquérito policial.


Quanto a Jair Montes, pelo tempo que convivi e também não tenho muitas razões para defendê-lo, mas devemos ser justo, o maior testemunho sobre a morte de sua esposa, pode ser dado pela sua filha Larissa, que era confidente da mãe. Da minha parte tenho apenas dizer que ele nunca, mas nunca se propôs a matar a sua esposa Eliane, e sinto-me às vezes até culpado por não ter deixado ele se separar antes da campanha como queria. Pois o grande motivo das mentiras levantadas por Eliane, foi a descoberta de uma amante que Jair já mantinha um caso escondido há dois anos. Por isso a história da droga e das malas de dinheiro no forro numa entrevista concedida a um delegado para incriminar Jair, palavras de uma mulher ressentida que me faz lembrar nesse momento a Nicéia Pita e o irmão Pedro Collor. Na verdade, Jair Montes vive de aparência, é um bom vivam, presunçoso, arrogante e liso.
Bem, só me resta agora orar a Deus e pedir que todos continuem orando por mim! Pois amanhã é outro dia e não perderei a minha confiança na Justiça e quem dela faz! Termino de escrever esse texto com lágrimas no rosto, forças me faltam, até mesmo para uma rápida correção. Mas escrevi com o coração, com sentimento de ressentimento imposto por alguém a quem fui leal, como Daniel foi leal a todos os reis que serviu e foi jogado na cova dos Leões! Como pode Confúcio Moura e Assis Oliveira: Eu que servia de arauto na minha Coluna diária no Jornal Estadão do Norte, fazendo sua defesa e da sua família mediante os discursos do deputado estadual Hermínio Coelho – esse não me representa, devo frisar isso muito bem ao povo de Rondônia, ou seja, o presidente da Assembléia Legislativa Hermínio Coelho que é o seu maior adversário político no Estado, preferiu me jogar na vala dos comuns como se Eu fosse um bandido?


Pergunto, será que fui bandido com o povo de Rondônia ao lhe servir Confúcio Moura? Servir a sua família como servi? Mesmo cunhado não sendo parente, mas as suas irmãs são?
Será que também terei que responder pelo crime de formação de quadrilha por ter ficado dois anos servindo a um estelionatário eleitoral?


Quem será quem consumiu a suposta droga da Operação Apocalipse que teve dois anos de escutas telefônicas autorizadas pela justiça e sem nenhum flagrante?
Sabe, o chefe da gabinete da Casa Civil Delegando Antonio Brito me avisou a operação, mas não fugi, apenas não acreditei, pois tenho a consciência tranqüila! Por isso, reafirmo, se tu és covarde com teus aliados? imagine só com quem lhe depositou o voto na esperança viver o sonho da Nova Rondônia, tão prometida durante a campanha de 2010!


Tanto o senhor Confúcio Moura quanto Lindomar Garçon foram os mais beneficiados com dinheiro de Fernando da Gata e outros do dinheiro público do contribuinte rondoniense como relatado acima. Agora pergunto ao senhor delegado de policia federal Marcelo Bessa: vai prevaricar? Pois depoimentos iguais a esse meu, ou seja, da Eliane, esposa de Jair Montes e da Luciana, irmã da deputada estadual Ana da 8, serviram para prender mais de 33 pessoas na Operação Apocalipse por mais de 65 dias. Então, desde já, me coloco a disposição do Ministério Público, da Justiça e de demais poderes, pois não mudarei nenhuma vírgula, pelo contrário, poderei acrescentar mais elementos!
Minha mãe, me desculpe! Suportei 65 dias uma prisão e é chegada a hora de liberar o meu ressentimento desse canalha de mente diabólica e carregada de iniqüidades que servi com tanta lealdade!
Peço aos meus amigos da imprensa, que não sejam leais a mim, nem motivos tem para tanto, mas sejam leias ao amanhã de seus filhos que merecem viver uma Rondônia Melhor! Livre de um Hospital João Paulo II, por exemplo e por ai vai…

Meu simplesmente obrigado a quem teve paciência para ler esse desabafo! Coragem…muita coragem!

Ass. Herbert Lins de Albuquerque

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[tab title=”Rondônia Em Pauta”]Da redação do Tudorondonia[/tab]
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