Por falta de quórum, a sessão extraordinária desta quinta-feira, 3, foi encerrada em menos de 30 minutos de iniciada sem que os projetos em pauta fosse apreciados na Câmara de Vilhena.

img_5575Pelo regimento interno do Legislativo local, para que haja quórum para a sessão são necessários seis parlamentares, além do presidente Célio Batista. Neste caso, Célio só participa dentro do critério de desempate.

A medida, atípica em Vilhena, ocorreu devido à prisão do vereador Marcos Cabeludo (2º secretário na Mesa Diretora), que aconteceu nesta quarta-feira, 2, e a suspensão da posse da suplente Antônia Elza de Oliveira Magalhães, a popular Elza da Saúde.

Em entrevista à imprensa, a diretora Legislativa, Vitória Celuta, explicou que tudo ficará parado na Casa de Leis, no relativo à aprovação de projetos, até que o plenário tenha o número legal de parlamentares. Assim, matérias consideradas urgentes, enviadas pelo Executivo, não podem ser deliberadas e somente serão lidas.

De acordo com Celuta, nos próximos dias deve ser convocado suplente Hernando Lucena, em decorrência da desistência do também suplente Claudevil Crivelaro, o popular “Tuti”.

Na pauta da sessão de hoje, estavam projetos do Executivo solicitando aprovação de prorrogação do prazo de contratação de profissionais médicos, créditos adicionais suplementar por excesso de arrecadação e autorização de transferências de dotação orçamentárias.

Assessoria