A matéria que está circulando nos sites da cidade não reflete a verdade, pois o PSC não foi excluído da coligação do Japonês por fraude ou irregularidade. Muito pelo contrário, a saída do PSC se deu em razão de um pedido feito pelos novos filiados, que assumiram o partido dia 11/05 e, portanto, depois da convenção que homologou o apoio ao Japonês.

Os atuais membros do PSC, que se resumem a apenas sete membros de duas famílias, são pessoas ligadas à candidata adversária, que de maneira antidemocrática tomou o partido de assalto, contrariando a decisão da convenção e a história do partido. Em seguida, juntaram o pedido de retirada, mesmo depois do registro da coligação já ter sido deferido pelo juiz. O magistrado deferiu a saída do PSC, porque entendeu que nenhum partido é obrigado a continuar na coligação.

Entretanto, a coligação do Japonês está protocolando recurso contra essa decisão, para preservar a vontade soberana daqueles filiados que representavam o partido até a semana passada.

Além disso, não houve irregularidade ou fraude na coligação do Japonês, tanto é verdade que o seu registro foi deferido pelo juiz sem nenhuma ressalva, ao contrário do que aconteceu com a coligação adversária, que teve seu registro INDEFERIDO pela justiça local.

Aliás, conforme foi adiantado pela assessoria jurídica do Japonês, a impugnação proposta pelos seus adversários contra o registro da chapa Japonês – Maria José, autos nº 0000022-98.2018.6.22.0004, foi sim arquivada, SEM ANÁLISE DE MÉRITO, conforme se extrai da parte final da sentença, que assim diz:

“Ante o exposto, JULGO extintas, sem análise de mérito, as ações de impugnação de registro de candidatura, interpostas pela Coligação “A vontade do povo”. DEFIRO o registro da chapa formada por EDUARDO TOSHIYA TSURU e MARIA JOSÉ DE FREITAS CARVALHO para os cargos de Prefeito e Vice-Prefeita, pela Coligação “Trabalho, Respeito e Verdade Já!”, na Eleição Suplementar 2018, em Vilhena/RO”.

Dessa forma, resta esclarecido que não houve irregularidade na coligação do Japonês, bem como, que a saída do PSC é uma atitude desesperada da oposição em tentar tumultuar o processo eleitoral. Além disso, NENHUM OUTRO PARTIDO MANIFESTOU INTERESSE DE SAIR DA COLIGAÇÃO DO JAPONÊS. Mesmo porque, “não se mexe em time que está ganhando”.

Assessoria