Pavimentação está parada principalmente por conta do período chuvoso

O asfalto da Avenida Rondônia é um anseio da comunidade local, e há tempos a expectativa dos moradores e comerciantes da região vêm aumentando na busca pela conquista de mais este benefício coletivo.

As obras da Avenida que liga um dos pontos mais movimentados da cidade – Avenida Jô Sato e 1705 – já começaram, mas por questões de ordem burocráticas foram suspensas.

De acordo com técnicos da prefeitura de Vilhena, as atividades relacionadas à pavimentação estão paradas principalmente por conta do período chuvoso. O secretário municipal de planejamento, Valdiney Campos, explica que o asfalto que será aplicado da via é o usinado do tipo CBUQ. “É um asfalto de ótima qualidade, mas se for aplicado durante o período chuvoso, pode colocar a qualidade em risco”, explicou o titular da Secretaria Municipal de Planejamento (SEMPLAN).

Valdiney conta, ainda, que a obra está sendo executada com recursos oriundos da Caixa Econômica Federal (CEF), destinados ao Município através de empréstimo bancário. A pavimentação compreende, além da Avenida Rondônia, a Rua Rio Grande do Norte, a qual atende o Setor 19, um dos maiores bairros de Vilhena.

Ainda, segundo o secretário Valdiney Campos, o empréstimo feito pelo Município junto à Caixa está sendo reavaliado pela equipe da prefeita de Vilhena, Rosani Donadon (PMDB). “O programa está sendo reconfigurado juntamente com a equipe da Caixa. De acordo com nossos cálculos, a ordem de serviço para reinício dos trabalhos será dada em abril”, calcula Valdiney.

Enquanto o asfaltamento não é reiniciado, a Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos
(SEMOSP) do Município de Vilhena fez um paliativo para que os transeuntes e comerciantes não fiquem prejudicados. “Foi feito o patrolamento da Avenida que estava tomada pelos buracos. Na tentativa de proporcionar um pouco mais mobilidade à população, realizamos a manutenção do local”, disse o titular da SEMOSP, Josué Donadon.

Os comerciantes da região estão insatisfeitos com a situação, uma vez que o movimento nas firmas diminui. “A buraqueira e a dificuldade de locomoção acabam espantando a clientela. Isso é ruim pra todo mundo. Com o patrolamento, podemos reduzir um pouco este impacto. Estamos trabalhando pelo asfalto, mas enquanto isso não acontece, vamos tentar manter as ruas trafegáveis”, comentou o chefe da SEMOSP.

Os moradores da região entendem a situação da obra, mas esperam ansiosos pelo início do asfaltamento. “Sabemos que a demora pela obra não é culpa da atual gestão, e que a prefeita precisa tomar pé da situação para poder dar continuidade aos trabalhos. Estamos esperando uma solução rápida para o problema”, comentou o morador José Antônio Pereira.

Semcom