Dilma confirma agenda para a Capital e Ji-Paraná

2013-12-04T10:52:53+00:0004 dezembro, 2013|

dilmaAgora é oficial. A presidente Dilma Rousseff cumprirá agenda em Porto Velho e Ji-Paraná, na próxima terça-feira. Na Capital, às 10h, Dilma participará da solenidade de início da operação do Complexo das Usinas do Madeira na Subestação Coletora; enquanto que em Ji-Paraná, às 14h, no Parque de Exposições Hermínio Victorelli, fará a entrega de títulos de regularização fundiária, com destaque para o de número cinco mil; e maquinários do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC-2), através do PAC dos Equipamentos, que tem investimento de mais de R$ 8 bilhões para todo municípios de todo o País com população inferior a 50 mil habitantes.

Dilma estará acompanhada dos ministros Pepe Vargas (do Desenvolvimento Agrário) e Antônio Andrade (da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), além do governador Confúcio Moura, do vice Airton Gurcacz, senadores e deputados federais.

Em pronunciamento no Plenário, o senador Acir Gurgacz (PDT-RO), que é vice-presidente da Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA), destacou a importância da visita presidencial a Rondônia e as parcerias com o governo Federal. “Essa parceria é extremante salutar para Rondônia porque deu celeridade ao processo de regularização fundiária. Tenho sempre debatido esse tema, tratando não somente do nosso Estado, mas de toda a Amazônia”, disse Acir.

A confirmação do Parque de Exposições como local ideal para a visita da presidente ao interior do Estado foi dada por uma comissão presidencial após minuciosa vistoria, com orientações também sobre os procedimentos a ser tomados, como a instalação de palco, reserva de espaços às autoridades e à imprensa, instalação de banheiros químicos e fornecimento de água aos visitantes, credenciamentos, acessos, entre outros protocolos. Outra equipe presidencial chegará na próxima sexta-feira a Ji-Paraná para iniciar os trabalhos oficiais, conforme adiantou a coordenadora de Regularização Fundiária Edinéia Gusmão, da Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Regularização Fundiária (Seagri), uma das responsáveis pela estruturação do evento. “Estamos prontos para receber a presidente”, assegurou Helena Campanari, chefe do cerimonial do governo do Estado.

A estimativa do secretário da Agricultura, Evandro Padovani, é que cerca de 10 mil pessoas prestigiem o evento, entre produtores rurais e convidados, considerando que Rondônia é o principal Estado do Norte brasileiro em regularização fundiária. Para o secretário regional de Governo em Ji-Paraná, Romildo Pereira, a regularização fundiária no Estado significa dizer que os produtores rurais, especialmente os pequenos agricultores, serão os donos, de fato e de direito, da propriedade rural. “Documentados legalmente, os produtores terão mais acesso a financiamentos bancários”, frisou.

Sindicatos fazem pressão por transposição

Além de verificar os locais por onde a presidente Dilma passará, a comissão reuniu-se também com representantes de sindicatos de Rondônia, que formularam documento prometendo protestos caso não ocorra informação concreta sobre a transposição dos servidores do Estado para os quadros da União, que a própria presidente prometeu efetivar quando esteve em Porto Velho há dois anos e cinco meses. A expectativa é que mais de 10 mil servidores do Ex-Território, contratados até março de 1987, ingressem nso quadros da União, que até agora só beneficiou 433 policiais via judicial e 33 civis por meio de homologação do Ministério do Planejamento, mas esses ainda estão recebendo pelo Estado com a garantia do governo Federal ressarcir a partir de 2014. Se não houver decisão definitva para os demais processos, pelo menos cinco sindicatos, o dos Trabalhadores na Educação (Sintero), dos Policiais Civis (Sinsepol), da Saúde (Sindsaúde), dos Técnicos Tributários (Sintec) e dos Agentes Penitenciários (Singeperon) juntamente com a Central Única dos Trabalhadores (CUT) afirmam que os protestos são inevitáveis.

Quando esteve em Rondônia em julho de 2011 a presidente criou um clima de expectativas para a transposição e obras do PAC I e II, incluindo saneamento, melhoria do abastecimento de água e viadutos, que continuam paralisadas gerando um clima de insatisfação. Outro ponto crítico, é que mesmo com as duas usinas no rio Madeira o governo autorizou reajuste de 16,44% na conta de luz das residências e de 6,77% para as indústrias, em vigor desde o último sábado em Rondônia. A reconstrução da BR-319, que dá acesso de Porto Velho a Manaus também é outro assunto que deverá ser abordado pelasd autoridades locais, entre elas o senador Acir, que há uma semana comandou expedição da CRA do Senado na rodovia.

Diário da Amazônia

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