Os trabalhadores do SENAI-CETEM, através do seu sindicato, reivindicam: transporte, alimentação, adicional de periculosidade e insalubridade, sala de descanso entre outros. 

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O sindicato informa que quando teve conhecimento da situação desses trabalhadores, tomou as providências cabíveis, como: visita in loco, para analisar a situação; reuniu-se com a comissão indicada pelos funcionários para tratar do assunto; encaminhou documento de mediação administrativa solicitando reunião envolvendo o Recursos Humanos e Direção daquela da unidade.

O Sindicato SENALBA/RO solicitou nesta segunda-feira (26) apoio à Central Única dos Trabalhadores (CUT), a qual é filiado, diante da falta de resposta efetiva à pauta de reivindicação encaminhada ao SENAI Rondônia, que trata de condições de trabalho e melhorias para os trabalhadores lotados na unidade SENAI-CETEM, localizado no Km 18 da BR-364.

Uma reunião já foi realizada no próprio CETEM, porém não apresentou soluções ou mesmo qualquer avanço. Diante desse quadro, o SENALBA construiu junto com os trabalhadores uma pauta de reivindicação que foi encaminhada à direção do SENAI em Rondônia. Além disso, solicitou uma fiscalização dos auditores fiscais do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Após inúmeras tentativas frustradas por parte do sindicato de entendimento e negociação junto a Direção Regional do SENAI em Rondônia, que não demonstrou interesse em negociar a categoria; com isso, os trabalhadores estão muitos revoltados com a falta de atenção dada aos seus problemas por parte da empresa e o clima atualmente é deflagração de greve a qualquer momento.

No entendimento da CUT, o SENAI é uma instituição voltada para os trabalhadores e é preocupante a insensibilidade de sua direção com graves problemas trabalhistas que prejudicam seus próprios trabalhadores. Para a Central, considerando a distância e a péssima qualidade do transporte coletivo, o SESI teria que providenciar de imediato transporte próprio para os funcionários; além de refeitório no próprio local. “Parece aquele ditado ‘casa de ferreiro espeto de pau’, essa despreocupação demonstrada até o momento pelo SENAI”, questiona o presidente da CUT, Itamar Ferreira.

Assessoria