Rondônia sem Transfobia é o tema da campanha que foi lançada pelo Governo do Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas), em Porto Velho no última quinta-feira (28 de janeiro). A solenidade de lançamento da campanha aconteceu na Biblioteca Municipal Viveiro das Letras.

Cartaz de divulgação da campanha em Rondônia

Cartaz de divulgação da campanha em Rondônia

O objetivo da campanha é informar e conscientizar toda a sociedade e dar visibilidade a diversas vozes sobre as experiências culturais, políticas e subjetivas de gênero e sexualidade. Para isso, serão realizados debates, campanhas e rodas de conversas sobre o tema com especialistas e convidados, evolvendo inclusive o Conselho Estadual de Direitos Humanos. A campanha é permanente e tem a meta de fortalecer a rede de serviços socioassistenciais, saúde integral, atendimento humanizado e respeito para as travestis, mulheres transexuais e homens trans.

O 29 de janeiro foi dia escolhido para celebrar o Dia Nacional da Visibilidade Trans. A data é o marco da luta pela cidadania e respeito às travestis, homens e mulheres trans. A data foi criada em 2004 e tem como objetivo ressaltar a importância do respeito a esse grupo na sociedade brasileira.

A ampliação do acesso das travestis, das mulheres e dos homens trans à rede de serviços socioassitenciais e de saúde passa pelo respeito ao nome social e pelo enfrentamento à discriminação por identidade de gênero, construída a partir de como a pessoa se reconhece ou se apresenta. A Seas recebe em todo o Estado várias denúncias, relatos de preconceito e discriminação. “A obrigação de abordar esse tema vem desta demanda que cresce, e nós temos essa obrigação de apoiar e fortalecer a campanha de Visibilidade Trans, para que o respeito ultrapasse qualquer barreira”, declarou a Secretária da Seas, Valdenice Domingos.

“A inclusão social contribui para a redução das situações de vulnerabilidade e aproxima esse público da assistência social, da saúde, cultura, segurança e tantas outras políticas ainda distantes do reconhecimento da cidadania desta comunidade”, disse a assistente social e coordenadora Estadual de Direitos Humano da Seas, Elenilda Torres.

Fonte
Texto: Leandro Morais / Elenilda Torres
Fotos: Divulgação
Secom – Governo de Rondônia