Aedes aegypti é o transmissor da febre amarela, dengue, zika e chikungunya no Brasil.  — Foto: Pixabay/Divulgação

Aedes aegypti é o transmissor da febre amarela, dengue, zika e chikungunya no Brasil. — Foto: Pixabay/Divulgação

Os registros de casos de denguediminuiram quase 70% em Rondônia. Mas, apesar do índice positivo, a Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa) segue com o alerta pelo estado sobre a proliferação do mosquito Aedes aegyptiprincipalmente em lixos domésticos.

O motivo, conforme a Agevisa, é que o local é o “favorito” para as larvas crescerem e se desenvolverem. Mesmo com a redução de quase 70% no número de registro de casos, o levantamento ainda é motivo de preocupação. Isso é o que diz o representante da Agevisa, Sid Orleans.

“Apesar de nós termos baixado 69.11% de casos de dengue notificados em todo o estado, é uma situação ainda preocupante porque essa situação aparentemente satisfatória pode mudar do dia para a noite”, ressaltou.

Sid informou ainda que o lixo doméstico é um dos principais problemas que causam zika, dengue e chikungunya em Rondônia. “Isso caso os municípios não conseguirem desenvolver ações que realmente conscientizem a população. O lixo doméstico é o principal problema”, complementou.

Doenças transmitidas pelo mosquito da dengue dimuem quase 70% em RO

Doenças transmitidas pelo mosquito da dengue dimuem quase 70% em RO

O mosquito

A dengue, o zika e a febre chikungunya são transmitidos pelo mosquito Aedes aegypti. Ele é, ainda, vetor da febre amarela e do mayaro. Além disso, é combatido no Brasil desde o início do século passado.

O mosquito transmissor de tais doenças chegou a ser erradicado duas vezes no último século. Em 1958, a Organização Mundial da Saúde chegou a declarar que o Brasil estava livre do Aedes aegypti.

Por Larissa Vieira, Rede Amazônica