Taxistas e rodoviários debatem com governo a regulamentação do transporte intermunicipal

2013-08-01T09:52:03+00:0001 agosto, 2013|

Em reunião presidida pelo procurador da Procuradoria Geral do Estado (PGE), Anísio Paixão, realizada no gabinete do governador nesta terça-feira (30), foram debatidos vários aspectos da regulamentação do sistema alternativo de transporte intermunicipal de passageiros, atualmente conhecido como taxi lotação.

taxistas[dropcap]P[/dropcap]articiparam o presidente do Sindicato dos Taxístas (SINTAX), o Chiquinho; presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rodoviário (SINTTRAR), o Da Silva; presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Itamar Ferreira; Associações de Taxistas da Capital e do Interior; da Federação das Associações de Taxistas e deputado estadual Adelino Follador.

Os rodoviários, representados pelo SINTTRAR, que na segunda-feira (29) fecharam a BR-364 por quatro horas próximo a Candeias do Jamari, em protesto contra os riscos de demissões de motoristas de ônibus, caso fosse ampliado o serviço alternativo, apresentaram três reivindicações principais: participação dos rodoviários no debate sobre o Decreto de regulamentação; proibição de novas concessões, a não ser aprovadas por lei; e  participação do SINTTRAR no Conselho Permanente do Transporte Coletivo Intermunicipal.

Chiquinho do SINTAX esclareceu que legalmente a entidade presidida por ele é a única que pode representar a categoria taxista no Estado e que ele iria apoiar a regulamentação do táxi lotação, desde que ela beneficie a categoria. A proposta do SINTTRAR de não haver futuras concessões, a não ser aprovada por lei, foi apoiada pelo SINTAX, Associações e Federação de Associações de Taxista; quanto ao assento da representação dos Rodoviários no Conselho do novo sistema de transporte, o procurador alegou que não há previsão legal e a questão será estudada.

A CUT manifestou que a posição da entidade é a de defender igualmente os interesses dos taxistas e motoristas de ônibus, para isso é necessário que a regulamentação regularize a realidade atualmente existente, que já está estabelecida há mais de 20 anos; para isso, não poderia haver redução ou ampliação, nem para um lado e nem para o outro, para que os direitos de todos sejam assegurados.

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