autismo.mundo[pullquote]Em Vilhena há cinco casos de autismo confirmados, todos eles fazem parte da rede municipal de ensino e estudam em escolas municipais.[/pullquote]

[dropcap]S[/dropcap]ó depois de 4 a 5 anos pode se chegar a um diagnóstico certo. O diagnóstico é social e não físico, daí a dificuldade.

O dia mundial da conscientização do Autismo é comemorado no dia 2 de abril e a Secretaria Municipal de Educação estará realizando um pit stop das 7h às 8h no semáforo na Av. Major Amarante com a Marques Henrique. Haverá outro pit stop das 17h até as 18h no mesmo local, onde serão distribuídos panfletos e serão  amarrados uma fita azul nos carros simbolizando a data.

Rosani A. Lucas da Silva

Rosani A. Lucas da Silva

“A síndrome do Autismo é muito difícil de ser diagnosticado, tem que passar por uma equipe multidisciplinar, sendo necessário sair daqui e ir até as grandes cidades. Hoje os próprios professores começam a perceber os sintomas devido aos traços, mas há muito caminho a ser seguido”, declarou Rosani A. Lucas da Silva, pós-graduada em AEE (Atendimento Educacional Especializado), funcionária da SEMED.

Maria Sueli da Silva Martins

Maria Sueli da Silva Martins

“O autista tem dificuldade para interagir socialmente. Ele vai se fechando ficando introspectivo. As escolas estão sendo investigadas, pois há pessoas aqui no município que foram preparadas para analisar os sintomas”, explica Maria Sueli da Silva Martins, gerente pedagógica de educação especial da SEMED.

Maria comemorou a Lei 12764 sancionada em 27 de dezembro de 2012 sancionada. A Lei agora dá garantia de todos os direitos para o atendimento. Institui em âmbito nacional a Política Nacional de Proteção aos Direitos de Pessoas com Transtorno do Espectro Autista. Essa Lei traz enormes avanços em termos de implementação da Convenção dos Direitos da Pessoa com Deficiência em relação a autistas. Define com razoável precisão quando alguém pode ser caracterizado como tal, estipula direitos, diretrizes e deveres, neste último caso destacadamente nas áreas educacional e de saúde, onde frequentemente essas pessoas são discriminadas em razão de sua condição específica.

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[tab title=”Rondônia em pauta”]Autor e fotos: Nano Labajos[/tab]
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