O governador Confúcio Moura (PMDB) não veio ao evento programado em Vilhena. Ele era esperado por dezenas de servidores públicos insatisfeitos com a política salarial do Estado

Lúcio Mosquini explicando a ausência do Governador aos grevistas

Lúcio Mosquini explicando a ausência do Governador aos grevistas

[dropcap]N[/dropcap]um evento em que compareceram autoridades federais, estaduais e municipais, como os senadores Acir Gurgacz (PDT) e Valdir Raupp – presidente nacional do PMDB –, o vice-governador Acir Gurgacz (PDT), o prefeito de Vilhena e a primeira dama do município, José Rover e Lizangela Rover, o deputado federal Natan Donadon (PMDB), os deputados estaduais Luizinho Goebel (PV) e Marcos Donadon (PMDB), secretários de Estado, secretários municipais e praticamente todos os vereadores de Vilhena, faltou a estrela maior: o governador Confúcio Moura (PMDB). Pelo menos para dezenas de servidores públicos estaduais em greve que foram ao aeroporto de Vilhena e, depois, seguiram para o Residencial Alvorada (onde foram entregues simbolicamente 200 casas do programa Minha Casa, Minha Vida) a fim de protestar e levar  suas reivindicações ao chefe do Executivo Estadual, que segundo eles, recusa-se a dialogar com as categorias em greve.

DSCN2420                Quase uma centena de pessoas foram ao aeroporto de Vilhena recepcionar o governador. Pouco minutos antes do pouso do avião com as autoridades estaduais é que se soube que Confúcio Mouro modificou a sua agenda e mandou parte de sua comitiva para Vilhena, enquanto ele e o restante de seu staff seguiram para Ariquemes, onde haveria uma série de eventos oficiais.

DSCN2486                Frustração para os grevistas de quatro categorias: Tribunal de Justiça, Educação, Polícia Civil e Agentes Penitenciários. Mesmo assim, para não perder a viagem, a cada autoridade governista que, em discurso, defendiam o governo de Confúcio Moura, correspondia uma vaia com “apitaço” por parte dos servidores grevistas.

DSCN2492                A primeira vaia foi direcionada ao vereador Júnior Donadon (PMDB), que afirmou que “o gove